Heróis e bodas na poesia grega arcaica: Homero, Baquílides, Píndaro
DOI:
https://doi.org/10.22409/1v55we34Palavras-chave:
boda, épica, mélica, mitoResumo
O mundo do gámos (“boda”) é, como bem o afirma a fortuna crítica, central na bipartida vida feminina, e o imaginário poético assim o projeta. Sua importância na vida masculina, porém, e notadamente na transição do jovem à idade adulta, deveria ser explorada, como busco aqui fazer, enfocando três personagens: Telêmaco na Odisseia (canto 15); Teseu no Ditirambo 17, de Baquílides; Pélops na Olímpica 1, de Píndaro. Veremos como, em cada gênero poético distinto – a épica, a mélica nas espécies do ditirambo e do epinício –, e à maneira de cada composição, as passagens dos jovens heróis à condição de homens adultos são recontadas em narrativas que combinam ação física – na arena da aventura, na arena dos jogos – e casamento.
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