Lógicas corporativas, particularismos e os processos de administração institucional de conflitos no Rio de Janeiro

Auteurs

  • Lenin dos Santos Pires Universidade Federal Fluminense
  • Lucia Eilbaum Universidade Federal Fluminense
  • Roberto Kant de Lima Universidade Federal Fluminense

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https://doi.org/10.22409/conflu19i2.p505

Mots-clés:

Conflito, Desigualdade, Política, Ética, Corporação

Résumé

Neste artigo propomos pensar questões sobre “Segurança Pública” a partir das políticas vinculadas à área, focalizando na forma em que a mesma é concebida como um campo de intervenção política. Buscamos relacionar essas concepções com a constituição da “Segurança Pública” como um campo de conhecimento, partindo da análise do que chamamos de lógicas corporativas, argumentando que elas tendem a favorecer certos particularismos em torno das formas como são concebidas as formas de administrar os conflitos, favorecendo a adoção de estratégias repressivas, de matriz militar ou do direito. Isso ocorre em um contexto no qual não se pode pensar em sistemas de integração de instituições, mas em formas competitivas de lidar com a informação e, dessa maneira, construindo saberes particulares sobre os fenômenos da criminalidade e da violência, redundando em formas igualmente particularizadas para lidar com os mesmos. 

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Bibliographies de l'auteur

Lenin dos Santos Pires, Universidade Federal Fluminense

Professor do Departamento de Segurança Pública e dos Programas de Sociologia e Direito & Antropologia, todos da UFF

Lucia Eilbaum, Universidade Federal Fluminense

Professora do Departamento de Antropologia e do PPGA/UFF

Roberto Kant de Lima, Universidade Federal Fluminense

Professor titutlar da Universidade Federal Fluminense e coordenador do INCT InEAC

Publiée

2017-08-25

Numéro

Rubrique

Artigos