Territoriality, Traditionality and Sustainability
DOI:
https://doi.org/10.22409/d77va720Keywords:
Territorial development, Indigenous Peoples and Local Communities, Socio-environmental perspectiveAbstract
The essay discusses the interrelationships between territory, territoriality, traditionality, and sustainability based on a broad theoretical framework from the social and environmental sciences. Territory is understood as a socially constructed space resulting from the relations between society, nature, and power, rather than merely as a physical–geographical base. It is emphasized that territorialities express material, symbolic, political, and cultural dimensions that are fundamental to the identity and social reproduction of traditional peoples and communities, understood as groups that maintain ways of life and bodies of knowledge grounded in the balanced use of natural resources, historically aligned with sustainability. National and international conceptual and legal frameworks that recognize the territorial rights of these peoples are articulated, and it is argued that traditional knowledge contributes decisively to biodiversity conservation and to alternatives to the hegemonic development model. The effective realization of territorial rights is considered an essential condition for sustainable territorial development in Brazil.
Downloads
References
ALBAGLI, S. Território e Territorialidade. In: LAGES, V.; BRAGA, C.; MORELLI, G. (Org.). Territórios em movimento: cultura e identidade como estratégia de inserção competitiva. Rio de Janeiro: Relume Dumará / Brasília, DF: SEBRAE, 2004. p. 23-69.
ANAYA, F. C., ESPÍRITO-SANTO, M. M. Protected Areas and Territorial Exclusion of Traditional Communities: Analyzing the Social Impacts of Environmental Compensation Strategies in Brazil. Ecology and Society, v. 23, n. 1, n.p., 2018. Disponível em: https://doi.org/10.5751/es-09850-230108. Acesso em: 02 fev. 2026.
ARAGÃO, M. C. O. Rios de reciprocidade: saberes tradicionais no contexto da sustentabilidade socioambiental na comunidade Mem de Sá - Itaporanda D´Ajuda-SE. 2011. 126 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) – Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2011. Disponível em: https://ri.ufs.br/handle/riufs/4119. Acesso em: 02 fev. 2026.
ARAÚJO, M. F. F.; DA SILVA, N. C.; DO NASCIMENTO, A. G.; CAVIGNAC, J. A. Educar para a sustentabilidade no contexto de saberes tradicionais: ações comunitárias para sensibilização ambiental e valorização da cultura local. Revista Conexão UEPG, v. 19, n. 1, p. 1-18, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.5212/Rev.Conexao.v.19.22491.048. Acesso em: 02 fev. 2026.
BATISTA, K. M. Saberes tradicionais do povo Guarani Mbya como cultura de referência: contribuição teórica à sociobiodiversidade e à sustentabilidade ambiental. 2017. 141f. Tese. (Doutorado em Ciências Ambientais) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2017. Disponível em: http://repositorio.unesc.net/handle/1/5475. Acesso em: 02 fev. 2026.
BRASIL. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n. 138, 19 jul. 2000. Seção 1, p. 1.
BRASIL. Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2007. Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n. 28, 8 fev. 2007. Seção 1, p. 316.
BRASIL. Decreto nº 10.088, de 5 de novembro de 2019. Consolida atos normativos editados pelo Poder Executivo Federal que dispõem sobre a promulgação de convenções e recomendações da Organização Internacional do Trabalho - OIT ratificadas pela República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n. 215, 6 nov. 2019. Seção 1, p. 12.
CASTELNOU, A. M. N.; FLORIANI, D.; DE VARGAS, I. A.; DIAS, J. B. Sustentabilidade socioambiental e diálogo de saberes: o Pantanal Mato-grossense e seu espaço vernáculo como referência. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 7, 2003. Disponível em: https://doi.org/10.5380/dma.v7i0.3043. Acesso em: 02 fev. 2026.
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO (CMMAD). Nosso Futuro Comum. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1991.
CUNHA, M. C.; MAGALHÃES, S. B.; ADAMS, C. (Org.). Parte I – Seção 3 – Dificuldades na efetivação dos direitos territoriais. In: Povos tradicionais e biodiversidade no Brasil: contribuições dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais para a biodiversidade, políticas e ameaças. São Paulo: SBPC, 2021. Disponível em: http://portal.sbpcnet.org.br/livro/povostradicionais3.pdf. Acesso em: 02 fev. 2026.
DALY, H. E. A economia ecológica o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1991.
DALY, H. E. Crescimento sustentável? Não, obrigado. Ambiente & Sociedade, v. 7, n. 2, p. 197-202, 2004. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1414-753X2004000200012. Acesso em: 02 fev. 2026.
DALY, H. E. Sustentabilidade em um mundo lotado. Scientific American Brasil, ed. 41, out. 2005. Disponível em: https://idoc.pub/documents/sustentabilidade-em-um-mundo-lotado-scientific-american-brasil-2nv8m621r0lk. Acesso em: 02 fev. 2026.
DE LIMA, A. G.; DE OLIVEIRA; J. C.; SHIRATORI, K. (Coord.). Parte II – Seção 8 – Conhecimentos associados à biodiversidade. In: CUNHA, M. C.; MAGALHÃES, S. B.; ADAMS, C. (Org.) Povos tradicionais e biodiversidade no Brasil: contribuições dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais para a biodiversidade, políticas e ameaças. São Paulo: SBPC, 2021. Disponível em: http://portal.sbpcnet.org.br/livro/povostradicionais8.pdf. Acesso em: 02 fev. 2026.
DENARDIN, V. F.; SULZBACH, M. T. Ativação de recursos territoriais: processos de desenvolvimento no espaço rural. In: CURY, M. J. F.; SAQUET, M. A. (Org). Territórios e territorialidades: a práxis na construção do desenvolvimento. Cascavel: EDUNIOSTE, 2019. p. 67-82.
DE SOUZA, M. A.; DA SILVA, T. P. Espaço, território e região: local e global. In: ZART, L. L.; DA SILVA, T. P.; DE SOUZA, M. A. (Org.). Caderno Pedagógico VII - Territorialidades e Territorialização. v. 7; n. 1. Cáceres: Unemat Editora, 2020.
DIEGUES, A. C. S. O mito moderno da natureza intocada. 6 ed. São Paulo: Editora Hucitec, 2008.
DIEGUES, A. C. S. Prefácio. In: SANTOS, M. G.; QUINTERO, M. (Orgs.) Saberes tradicionais e locais: reflexões etnobiológicas. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2018.
GARNETT, S. T.; BURGESS, N. D.; FA, J. E.; FERNÁNDEZ-LLAMAZARES, Á.; MOLNÁR, Z.; ROBINSON, C. J.; WATSON, J. E. M.; ZANDER, K. K.; AUSTIN, B.; BRONDIZIO, E. S.; COLLIER, N. F.; DUNCAN, T.; ELLIS, E.; GEYLE, H.; JACKSON, M. V.; JONAS, H.; MALMER, P.; MCGOWAN, B.; SIVONGXAY, A.; LEIPER, I. A spatial overview of the global importance of Indigenous lands for conservation. Nature Sustainability, v. 1, n. 7, p. 369-374, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41893-018-0100-6. Acesso em: 02 fev. 2026.
HAESBAERT; R. Território e multiterritorialidade: um debate. GEOgraphia, v. 9, n. 17, p. 19-45, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2007.v9i17.a13531. Acesso em: 02 fev. 2026.
HARDIN, G. The tragedy of the commons: The population problem has no technical solution; it requires a fundamental extension in morality. Science, v. 162, n. 3859, p. 1243-1248, 1968. Disponível em: https://doi.org/10.1126/science.162.3859.1243. Acesso em: 02 fev. 2026.
KAPP. W. K. A natureza da economia como um sistema aberto e suas implicações. In: DOPFER, K. (Org.). A economia do futuro em busca de um novo paradigma. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. pp. 91-104.
KRENAK, Ailton. Futuro ancestral. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
LATOUCHE, S. Pequeno tratado do decrescimento sereno. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2009.
LATOUCHE, S. O decrescimento. Por que e como? In: LÉNA, P.; DO NASCIMENTO, E. P. (Org). Enfrentando os limites do crescimento: sustentabilidade decrescimento e prosperidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2012. pp. 45-54
LEFF, E. Tiempo de Sustentabilidad. Ambiente & Sociedade, n. 6-7, p. 5-13, 2000. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1414-753X2000000100001. Acesso em: 02 fev. 2026.
LIMA, L. A.; XAVIER, A. R. AMORIM, A. V.; VASCONCELOS, J. G. Saberes tradicionais, sustentabilidade cultural e caracterização de etnovariedades da mandioca: estudo em uma comunidade no interior do Ceará. Research, Society and Development, v. 10, n. 13, p. e364101320941, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i13.20941. Acesso em: 02 fev. 2026.
LITTLE, P. E. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Anuário Antropológico, v. 28, n. 1, p. 251-290, 2003. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/view/6871. Acesso em: 8 fev. 2026.
LOUREIRO, L. F.; LEMOS, L. P.; FRANCO, C.; VASCONCELOS-NETO, C. F. A. de; VALSECCHI, J. Território Tradicional em Unidade de Conservação: Dinâmicas Territoriais e Manejo de Fauna na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, Amazonas, Brasil. Sociedade & Natureza, v. 36, n. 1, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.14393/SN-v36-2024-71004. Acesso em: 02 fev. 2026.
MACHADO, C. B. G.; RUIZ, E. J. N.; GONÇALVES, C. Conflitos e identidades territoriais dos povos tradicionais do Paraná e Santa Catarina: indígenas, caboclos e pescadores artesanais. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA, 8; Simpósio Nacional de Geografia Agrária, 9, 2017, Curitiba. Anais... Curitiba: Coletivo de Estudos sobre Conflitos pelo Território e pela Terra-ENCONTTRA (UFPR), 2017, n. p. Disponível em: https://singa2017.wordpress.com/anais-do-singa-2017/gt-02/. Acesso em: 02 fev. 2026.
MARTINS, J. S. As temporalidades da história na dialética de Lefebvre. In: Henri Lefebvre e o retorno à dialética. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 13-23. Disponível em: https://biblio.fflch.usp.br/Martins_JS_392_970590_AsTemporalidadesDaHistoriaNaDialeticaDeLefebvre.pdf. Acesso em: 02 fev. 2026.
MEDEIROS, J. A cultura indígena não se encaixa no pensamento patrimonialista. ARTE!Brasileiros, Arte, Entrevista, 18 set. 2025. Disponível em: https://artebrasileiros.com.br/arte/entrevista/a-cultura-indigena-nao-se-encaixa-no-pensamento-patrimonialista/. Acesso em: 02 fev. 2026.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE E MUDANÇA DO CLIMA (MMA). Eco-92 consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável ao mundo, diz secretário de mudança do clima do MMA. Notícias, Legado Ambiental, 06 jun. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/eco-92-consolidou-o-conceito-de-desenvolvimento-sustentavel-ao-mundo-diz-secretario-de-mudanca-do-clima-do-mma. Acesso em: 02 fev. 2026.
MIRANDA, C. DO C.; JORDÃO, M. Saberes tradicionais: alternativas para a sustentabilidade das práticas agrícolas na perspectiva dos índios Terena de Mato Grosso do Sul. Tellus, n. 8/9, p. 165-173, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.20435/tellus.v0i8/9.113. Acesso em: 02 fev. 2026.
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). Convenção n° 169 da OIT sobre Povos Indígenas e Tribais. Genebra, 27 de junho de 1989. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Convencao_169_OIT.pdf. Acesso em: 02 fev. 2026.
OTA, P. J.; BRASIL, G. M. M. Termo de Autorização de Uso Sustentável (TAUS) como um instrumento de efetividade dos direitos humanos dos povos tradicionais ao território e à identidade: O caso da comunidade ribeirinha da Barra de São Lourenço, em Corumbá/MS. In: Encontro Nacional de Antropologia do Direito, 8, 2023, São Paulo. Anais... São Paulo: Núcleo de Antropologia do Direito - NADIR (USP), 2023, n. p. Disponível em: https://nadir.fflch.usp.br/anais-viii-enadir-gt02-conflitos-socioambientais-direitos-humanos-e-antropologia-do-direito/. Acesso em: 02 fev. 2026.
PARENTE, A. DE J. A. T.; DA SILVA, A. S.; DA MOTA NETO, J. C. A cura popular: saberes tradicionais como prática pedagógica em defesa da sustentabilidade no quilombo Menino Jesus de Pitimandeua, em Inhangapi (PA). PRACS Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, v. 14, n. 4, 2021. Disponível em: https://periodicos.unifap.br/pracs/article/view/631. Acesso em: 02 fev. 2026.
PAVÃO, S., GISLOTI, L. J. Memórias bioculturais dos Guarani-Kaiowá sobre a floresta e os seres que a coabitam: ecologia cosmopolítica na perspectiva da etnoconservação. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Humanas, v. 18, n. 2, p. e20220006, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2178-2547-bgoeldi-2022-0006. Acesso em: 02 fev. 2026.
RAFFESTIN, C. Por uma geografia do poder. São Paulo: Editora Ática, 1993.
REZENDE, J. S. Ciências e Saberes tradicionais. Tellus, n. 25, p. 201-213, 2013. Disponível em: http://dx.doi.org/10.20435/tellus.v0i25.338. Acesso em: 02 fev. 2026.
SACHS, I. Rumo à Ecossocioeconomia: teoria e prática do desenvolvimento. São Paulo: Cortez, 2007.
SACK, R. Human territoriality: its theory and history. Cambridge: Cambridge University Press, 1986.
SALLES, S. O que é e para que serve a Convenção 169 da OIT? Jornal da USP, Diversidade, 04 abr. 2024. Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/o-que-e-e-para-que-serve-a-convencao-169-da-oit/. Acesso em: 02 fev. 2026.
SAMPAIO, F; TIRIBA, L. Modos de produzir a vida: lutas pelo comum em comunidades tradicionais. Colóquio do Museu Pedagógico, v.14, n. 1, p. 1879-1883, 2022. Disponível em: https://anais.uesb.br/index.php/cmp/article/viewFile/10664/10469. Acesso em: 02 fev. 2026.
SANGAT, S. S.; ROSSERO, M.; OLSSON, E.; NOWAKOWSKI, A. J.; DRESCHER-LEHMAN, J. D.; ROEHDRANZ, P. R.; NOON, M. L.; MCMANUS, N.; PERZ, S. G.; ANGEL, M.; KRIEGER, J. M.; BROCK, C.; COUTINHO, B.; MARTINEZ, C.; DOUGLAS, L. R.; BERNARD, C.; TRUSTFULL, L.; RAIK, D.; TROËNG, S.; ALIE, K. Afro-descendant lands in South America contribute to biodiversity conservation and climate change mitigation. Communications Earth & Environment, v. 6, n. 1, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s43247-025-02339-5. Acesso em: 02 fev. 2026.
SANTAYANA, M. O século XXI e o desafio das etnias. In: SANTOS, M.; DE SOUZA, M. A.; SILVEIRA, M. L. (Org.). Território: globalização e fragmentação. São Paulo: Editora Hucitec, 2006. p. 321-330.
SANTOS, M. O papel ativo da geografia: um manifesto. Revista Território, n. 9, p. 103-109, 2000.
SANTOS, M. O retorno do território. In: SANTOS, M.; DE SOUZA, M. A.; SILVEIRA, M. L. (Org.). Território: globalização e fragmentação. São Paulo: Editora Hucitec, 2006. p. 15-20.
SANTOS, M. G.; QUINTERO, M. (Org.) Saberes tradicionais e locais: reflexões etnobiológicas. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2018.
SAQUET, M. A. Abordagens e concepções de território. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora Consequência, 2024.
SEN, A. K. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SILVA, D. O.; ELL, E.; ELIAS, F. T. S. Território, cultura, biodiversidade e segurança alimentar: Interconexões de saberes para a sustentabilidade. Revista de Alimentação e Cultura das Américas (RACA), v. 6, n. 1, p. 2-4, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.35953/raca.v6i1.232. Acesso em: 02 fev. 2026.
STEINBERGER, M. Território, ambiente e políticas públicas espaciais. Brasília: Paralelo, 2006.
THUM, C. Povos e Comunidades Tradicionais: aspectos históricos, conceituais e estratégias de visibilidade. REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, ed. esp., p. 162-179, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.14295/remea.v0i0.6899. Acesso em: 02 fev. 2026.
VIDAL, I. Chico Mendes enviou carta para que Constituição defendesse a Amazônia. Revista Fórum, Meio ambiente e Sustentabilidade, 05 out. 2024. Disponível em: https://revistaforum.com.br/meioambiente/2024/10/5/chico-mendes-enviou-carta-para-que-constituio-defendesse-amaznia-166853.html. Acesso em: 02 fev. 2026.
XAKRIABÁ, C. Amansar o giz. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 14, p. 110-117, jul. 2020. Disponível em: https://piseagrama.org/artigos/amansar-o-giz/. Acesso em: 02 fev. 2026.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Of the Journal (Ensaios de Geografia) and the Author

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
CC BY Attribution. Others may distribute, remix, transform, and build upon the material for any purpose, even commercially, provided they give the author and licensor the credits.