MOVIMENTOS INSURGENTES EM TEMPOS PANDÊMICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS GONÇALENSES

Autores

  • Mônica de Souza Motta Secretaria Municipal de Educação
  • Graciane Volotão SEMED

Palavras-chave:

Educação Infantil. Políticas de atendimento. Plano Municipal de Educação. Contexto Pandêmico.

Resumo

O artigo propõe uma reflexão sobre as políticas de atendimento a educação infantil no segundo maior município do Estado do Rio de Janeiro, e tem como intuito discutir acerca do papel político do atual Plano Municipal de Educação, Lei nº 1067/2020. Como recorte reflexivo, direcionamos o nosso olhar para a meta 1 que determina a universalização do atendimento da pré-escola e a ampliação das vagas para a creche. Para dialogarmos sobre o atendimento no contexto pandêmico, na perspectiva teórico-metodológica abordamos as análises documentais da Constituição Federal (1988), Plano Municipal de Educação de São Gonçalo/RJ (2015/2024), bem como os dados estatísticos fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

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Biografia do Autor

Mônica de Souza Motta, Secretaria Municipal de Educação

Mestrado em Educação (PPGedu) - Processos Formativos e Desigualdades Sociais - Faculdade de Formação de Professores - FFP - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense (1998). Exerce a função de professor supervisor educacional - Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo/RJ. Tem experiência na área de Educação. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas da(s) Infância(s), Formação de Professores(as) e Diversidade Cultural (GIFORDIC). Moção de Aplausos/2016 (Câmara Municipal de São Gonçalo/RJ)

 http://lattes.cnpq.br/5195924701354076

https://orcid.org/0000-0002-6041-3486

 

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Publicado

2022-02-16

Como Citar

Motta, M. de S. ., & Volotão, G. de S. R. . (2022). MOVIMENTOS INSURGENTES EM TEMPOS PANDÊMICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS GONÇALENSES. RevistAleph, 1(38). Recuperado de https://periodicos.uff.br/revistaleph/article/view/49688