RASTROS DA COLONIALIDADE

refletindo sobre justiça reprodutiva, controle da natalidade e mulheres negras

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.22409/b3mma191

Résumé

A compreensão da justiça reprodutiva no Brasil é complexa e envolve movimentos e estudos das mais variadas fontes, principalmente áreas de conhecimento como as Ciências Sociais. As questões ligadas à justiça reprodutiva no país estão atravessadas por marcas de gênero, raça e classe, as quais devem ser levadas em consideração e em conjunto na análise. O objetivo deste estudo é discutir a justiça reprodutiva no Brasil e controle de corpos das mulheres negras, ao analisar situações de controle de natalidade no contexto de discussão da Lei do Ventre Livre (1871) e das políticas de esterilização, nas décadas de 1980 e 1990. O estudo é constituído por pesquisa teórico-bibliográfica, observando os aspectos de Interseccionalidade, de Colonialidade do gênero, que perpassam a construção social da reprodução de mulheres negras no Brasil.

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Biographies des auteurs

  • Maria Luiza Barbosa Sousa, Universidade Federal do Piauí (UFPI)

    Mestranda em Sociologia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Bacharel em Direito pelo Instituto Camillo Filho-PI. Especialista em Direitos Humanos pela Esperança Garcia (FAR). Integrante do Grupo de Pesquisa em Violências de Gênero e Feminicídio (GEPEFEM/UFPI).  

  • Rossana Maria Marinho Albuquerque, Universidade Federal do Piauí (UFPI)

    Doutora em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Docente no curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e no mestrado em Sociologia (PPGS/UFPI). Bolsista Produtividade PQ 2 do CNPQ. Líder do Grupo de Pesquisas em Violências de Gênero e Feminicídio (GEPEFEM/UFPI). 

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Publiée

2026-10-02

Comment citer

RASTROS DA COLONIALIDADE: refletindo sobre justiça reprodutiva, controle da natalidade e mulheres negras. Confluências | Revista Interdisciplinar de Sociologia e Direito, [S. l.], v. 28, n. 2, p. 165–190, 2026. DOI: 10.22409/b3mma191. Disponível em: https://periodicos.uff.br/confluencias/article/view/71067. Acesso em: 13 oct. 2026.