MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO EM ESCALA DE SEMI-DETALHE E A FLEXIBILIZAÇÃO DE MANUAIS DE MAPEAMENTO: BREVES CONSIDERAÇÕES A PARTIR DE UM ESTUDO DE CASO - SETOR SUBÚMIDO DO PLANALTO SEDIMENTAR DO ARARIPE/CE/BRASIL

Flavia Jorge de Lima, Geislam Gomes de Lima, Antonio Carlos de Barros Corrêa, Mônica dos Santos Marçal

Resumo


Os estudos da cartografia geomorfológica envolvem problemáticas sobre escala e estruturação hierárquica, simbologia cartográfica, propostas metodológicas e fatores que influenciam na formação do relevo e que são relevantes na representação. Visto que não há uma metodologia única e padronizada para o mapeamento geomorfológico, emergem várias inquietações relacionadas a conteúdo do mapa, sua inteligibilidade, estrutura e simbologias empregadas.  Assim, este trabalho tem como objetivo discutir questões de flexibilizações na cartografia geomorfológica analítica, apresentando como exemplo uma aplicação numa área subúmida dentro do semiárido brasileiro. Optou-se por aderir ao manual da UGI (União Geográfica Internacional). Foram mapeadas duas unidades morfoestruturais e dez unidades morfoesculturais. Ainda que este trabalho não siga todos os parâmetros descritos no manual, como cores e padrão hierárquico, é importante tê-lo como guia para universalizar algumas questões básicas do mapa geomorfológico.


Palavras-chave


Mapeamento geomorfológico; escala; flexibilização de manuais.

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