Performatividade de gênero em filmes de princesas da Disney

padrões sócio-históricos de feminilidade e possíveis rupturas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/pragmatizes.v16i30.65384

Palavras-chave:

princesas, Disney, animações infantis, performatividade de gênero

Resumo

Este artigo tem como principal objetivo analisar como se configura a performatividade do gênero feminino a partir da construção das princesas protagonistas de animações infantis da The Walt Disney Company. A partir da escolha de quinze filmes e, em diálogo com a pesquisa realizada por Machida e Mendonça, as personagens foram divididas em três grupos, sendo eles: exemplares (Cinderela, Branca de Neve e Aurora), rebeldes (Ariel, Bela, Pocahontas, Jasmine e Mulan) e autônomas (Tiana, Rapunzel, Merida, Anna, Elsa, Moana Raya e Mirabel). Tal categorização auxilia na produção de análises que, a partir das considerações de Butler, avaliam as condições sociais, históricas e narrativas para a reprodução ou questionamento das normas e padrões que orientam a performatividade de gênero. Nossa intenção é explicitar alguns padrões de feminilidade; identificar performatividades de gênero indicadas nas representações das princesas, verificar em que medida algumas delas fraturam normas já instituídas; e identificar características do momento sócio-histórico de produção dessas personagens, relacionando-as com reflexões de teóricas do feminismo, como Nancy Fraser.

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Biografia do Autor

  • Laura Adler Lara de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

    Mestranda em Comunicação Social, na linha de pesquisa Comunicação, Territorialidades e Vulnerabilidades, pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCOM/Fafich) da Universidade Federal de Minas Gerais. Graduada em Jornalismo pela UFMG

  • Amanda Mota de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

    Graduada em Psicologia pela PUC Minas (2023) e em Jornalismo pela UFMG (2023). Atualmente, mestranda do Programa de Cognição e Comportamento da UFMG (2024), com ênfase em Neuropsicologia do Desenvolvimento. Membro do Grupo de Pesquisa em Memória e Cognição (GPMC - UFMG).

     

     

     

  • Ângela Cristina Salgueiro Marques, Universidade Federal de Minas Gerais

    Doutora em Comunicação Social pela UFMG e Professora do Departamento de Comunicação dessa mesma instituição, atuando na graduação e Pós-graduação. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, PQ-2.

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Publicado

2026-07-08

Como Citar

Performatividade de gênero em filmes de princesas da Disney: padrões sócio-históricos de feminilidade e possíveis rupturas. (2026). PragMATIZES - Revista Latino-Americana De Estudos Em Cultura, 16(30), 01-26. https://doi.org/10.22409/pragmatizes.v16i30.65384