A noção de traição e suas interfaces com a educação comunista

Éder da Silva Silveira

Resumo


O artigo propõe uma reflexão sobre a noção de traição e suas interfaces com a educação comunista, particularmente no campo da moral. A partir da leitura e análise de textos publicados em “A Classe Operária” nas décadas de 1970 e 1980, busca-se explicar que a evocação e utilização da qualificação de “traição” ou de “traidor” nos partidos comunistas serviram, sobretudo, para a mobilização de dois importantes campos da Moral Comunista, responsáveis por produzir e transmitir um sentido de unidade e por atuar na manutenção de suas estruturas hierárquicas. Além disso, percebe-se que a retórica da traição se inseriu na produção de convicções que serviram pedagógica e politicamente.

Palavras-chave


traição, comunismo, dissidência comunista

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22409/rep.v6i11.39786

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Revista Estudos Políticos

 

 

 INDEXADORES E BASES:

  

   

 

       

AGÊNCIAS DE FOMENTO: