Felizes os que creem

Paulo Roberto dos Santos Corval

Resumo


A política, como atividade humana — inclusive pelos modos de fala constituídos a seu respeito —, não pode prescindir da dimensão ideacional que compõe os quadros de referência cristalizadores de novos pensamentos, práticas e instituições. Resgatar a crença e a fé, como discutidas, respectivamente, por David Hume e Søren Aabye Kierkegaard, mostra-se percurso profícuo para encontrarmos a integralidade da política. A redescoberta dos valores e ideias pelo institucionalismo posterior à década de 1990, a despeito dos seus méritos, ainda se atém ao aprisionamento objetivador. Reassumir a fé e a crença talvez supra a lacuna, reconectando aquela redescoberta com a dimensão imaginativa e construtora da realidade social. Isto sem recair, é claro, no exagero idealista.

Palavras-chave


Crença. Fé. Ideias. Política. Ciência Política.

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