Volume Morto: performance e corporeidade

Eloísa Brantes Mendes, Maurício da Silva de Lima, Ana Paula Ferrari Emerich, Thaís Leitão Chilinque

Resumo


O processo de pesquisa e criação do espetáculo Volume Morto é o campo de partida deste relato sobre performance, memória corporal e relações estético-políticas implicadas na trajetória artística do Coletivo Líquida Ação desde 2007. A presença da água como elemento vital, utilizada nas performances de intervenção urbana, faz parte da proposta artística deste coletivo que problematiza as fronteiras entre visibilidades e invisibilidades da cidade habitada. A água, ligada às múltiplas temporalidades da experiência corpo-espaço na ação performática, também vai ao encontro das práticas de convívio e produção artística, voltadas para a sustentabilidade do próprio coletivo como espaço de pesquisa independente.


Palavras-chave


performance; corporeidade; memória; água e montagem

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.22409/1984-0292/v29i2/2169

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