UNIVERSIDADE, PECADO NATIVO
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.1i1.p2916Resumo
Ninguém melhor que os artistas, os poetas, para intuir a verdade profunda dos acontecimentos. Assim é que entendo os versos de Belchior e Toquinho que ditos no contexto maior da repressão dos anos 70, aplicam-se ainda hoje à universidade como instância de criação de conhecimento e de libertação do ser humano das muitas prisões a que está sujeito: “porque o pecado nativo é simplesmente estar vivo, é querer respirar”.[2] O movimento da história se realiza em um contexto de contradições engendradas pelo não conformismo a tudo que é articulado para aprisionar o espírito. Somente assim se pode entender as lutas pela existência das universidades públicas em nosso país.Downloads
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Publicado
2021-02-25
Edição
Seção
Artigos do Número Temático
Licença
Copyright (c) 2019 Revista Trabalho Necessário | ISSN: 1808-799X

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Como Citar
CIAVATTA, Maria. UNIVERSIDADE, PECADO NATIVO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 1, n. 1, 2021. DOI: 10.22409/tn.1i1.p2916. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/2916. Acesso em: 17 abr. 2026.

