O “COMUM” NA AMÉRICA LATINA
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.v18i36.42782Palavras-chave:
História, Campesinato, América Latina, Trabalho-EducaçãoResumo
A TN 36 se propõe a apresentação de artigos que tragam leituras teóricas e dados provenientes de investigações empíricas sobre o que, aqui, queremos ressaltar pelo conceito de “comum” e que se depreende das experiências sociais partilhadas nas comunidades reconhecidas via de regra pelo conceito de “campesinato”, as quais podem ser reconhecidas em sua diversidade através de distintas e significativas formas de sociabilidade e identidade auto estabelecidas, com também reconhecidas por políticas públicas: na agricultura familiar, entre comunidades originárias indígenas, tradicionais (quilombolas, caiçaras, ribeirinhas, etc.) ou contemporâneas (de reassentados atingidos por barragens, de sem terras que ocuparam terras e nela criaram territorialidade e até de “retomadores” de seu território, enfim, entre aqueles que foram despejados e depois retornam).
Downloads
Referências
MARX, K. Capítulo VI Inédito de O Capital. São Paulo: Editora Moraes, 1985.
REVISTA CONFLUÊNCIAS. Dossiê Especial: Por uma Sociología desde abajo (Volume 21, n. 2). Disponível em <https://periodicos.uff.br/confluencias/issue/view/1852> Acesso em 20 abr. 2020.

