POLÍTICA, TRABALHO E CONHECIMENTO NO “NOVO ENSINO MÉDIO”

Aparecida de Fátima Tiradentes

Resumo


Este artigo analisa as condições sociais de produção da reforma do Ensino Médio brasileiro no final da década de 1990 e década de 2000, suas principais características, destaca o ostensivo movimento de imposição pelo capital de suas demandas relativas à formação dos trabalhadores e a incorporação de tais demandas pelo Estado. Aponta alguns problemas presentes nas bases formais para este nível de ensino, como o agravamento do risco de perda da carga horária na formação geral a partir da Resolução CNE número 01 de 2005, complementar ao decreto 5154/04. A resolução regulamenta a carga horária na modalidade Ensino Técnico Integrado, introduzida pelo decreto. Cita ainda a publicação pela ABNT, em 2006, das normas técnicas para organizações escolares, com vistas à obtenção dos certificados ISO.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22409/tn.5i5.p4623

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Fontes de Indexação:

   

     logo_livre2.png     https://periodicos.uff.br/public/site/images/zuleidesilveira/REDIB.jpg   

Apoio:

          Resultado de imagem para abec brasil logo             

 

 

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Contador de visitas
Contador de visitas

acessos a partir de 21/09/2018.