REFLEXÕES SOBRE A VIDA SENSÍVEL DO CORPO TRABALHADOR NO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.8i11.p6115Resumo
Falar em revolução hoje em dia está “fora de moda”. O triunfo dos interesses capitalistas sobre a vida da classe trabalhadora parece cada vez mais se naturalizar como algo imutável e, aos olhos da sociedade, um projeto societário alternativo a este vigente se torna mais utópico do que uma “possível” intervenção divina no mundo dos homens. O trabalho que aqui se segue não compartilha deste pensamento e busca mostrar como que o modo de produção capitalista contribui para o processo de desumanização do trabalhador tendo como uma de suas conseqüências a ruptura de sua vida sensível. Tomando como base o conceito de corpo trabalhador, analisamos primeiramente a centralidade do trabalho na construção do corpo humano e depois como que o trabalho, sob os domínios do capitalismo, transforma o trabalhador num mero autômato vivo e num ser alienado de si mesmo que vê sua vida sensível ser subsumida na lógica do capital. Elucidar este cenário de desumanização também elucida a urgente necessidade de superarmos a ordem capitalista e de compreendermos o marxismo como ferramenta de luta política fundamental na ordem do dia.Downloads
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Publicado
2018-06-11
Edição
Seção
Artigos do Número Temático
Como Citar
JUSTO, Sandro. REFLEXÕES SOBRE A VIDA SENSÍVEL DO CORPO TRABALHADOR NO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 8, n. 11, 2018. DOI: 10.22409/tn.8i11.p6115. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/6115. Acesso em: 19 abr. 2026.

