O MST E A PRODUÇÃO DA CONTRA-HEGEMONIA TERRITORIAL PELA EDUCAÇÃO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/tn.24i53.71207

Resumo

O artigo analisa a proposta de territorialização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no sudeste do Pará, tomando a educação como instrumento de  contra-hegemonia. A pesquisa investiga como o movimento disputa o território em uma região de conflitos com o agronegócio e a mineração, utilizando revisão bibliográfica, análise documental e trabalho de campo em assentamentos locais. Os resultados indicam que a educação do MST se fundamenta na filosofia da práxis de Gramsci para promover a transformação social. Conclui-se que a “ocupação” de espaços educacionais e a luta por políticas públicas de educação do campo são estratégias centrais para a construção da organicidade do movimento, assegurando a permanência das famílias no campo e consolidando um projeto territorial contra-hegemônico.

Palavras-chave: MST; Educação do Campo; Contra-hegemonia; Território; Sudeste Paraense.

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Biografia do Autor

  • Rogério Rego Miranda, Universidade Federal do Pará

    Doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da Faculdade de Geografia e Cartografia (FGC) e do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO) da Universidade Federal do Pará (UFPA), campus de Belém. 

     

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Publicado

2026-04-24

Edição

Seção

Artigos do Número Temático

Como Citar

REGO MIRANDA, Rogério. O MST E A PRODUÇÃO DA CONTRA-HEGEMONIA TERRITORIAL PELA EDUCAÇÃO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 24, n. 53, p. 01–25, 2026. DOI: 10.22409/tn.24i53.71207. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/71207. Acesso em: 25 abr. 2026.