A PRODUTIVIDADE DA ESCOLA IMPRODUTIVA 30 ANOS DEPOIS: REGRESSÃO SOCIAL E HEGEMONIA ÀS AVESSAS

Autores

  • Gaudêncio Frigotto

DOI:

https://doi.org/10.22409/tn.13i20.p8619

Palavras-chave:

Capital humano, classes sociais, regressão social e educacional. Contra-hegemonia.

Resumo

No presente texto, busco revisitar, trinta anos depois, o livro A produtividade da escola improdutiva: um (re)exame da relação entre educação e estrutura econômico-social capitalista, destacando a concepção teórica e metodológica centrada no materialismo histórico. A partir deste referencial, aprofundado ao longo de três décadas, sublinho as mudanças na base material e política das relações sociais capitalistas e seu caráter regressivo em todas as esferas da sociedade e cujo preço recai na perda de direitos da classe trabalhadora. No campo educativo, surgem novas noções – sociedade do conhecimento, qualidade total, formação por competências, empregabilidade – que radicalizam o caráter ideológico da noção de capital humano, mascarando a regressão social e educacional subjacente. Nas considerações finais, como interpelação mais aguda do balanço das três décadas, sublinho o desafio no campo da esquerda brasileira, que atua na educação, mas não só com uma melhor compreensão e concretização da relação entre a produção teórica e a ação política.

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Publicado

2015-06-30

Como Citar

Frigotto, G. (2015). A PRODUTIVIDADE DA ESCOLA IMPRODUTIVA 30 ANOS DEPOIS: REGRESSÃO SOCIAL E HEGEMONIA ÀS AVESSAS. Revista Trabalho Necessário, 13(20). https://doi.org/10.22409/tn.13i20.p8619

Edição

Seção

Artigos