SOLIDARITY ECONOMY AND LABOR MARKET FOR BLACK WOMEN: CRITICAL APPROACHES
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.v22i49.62920Abstract
The article analyzes the insertion of black women in the job market based on the foundations of Brazilian social formation, from a perspective of totality, choosing historical materialism as a theoretical reference. It aims to take a critical approach to the solidarity economy experiences aimed at the insertion of black women in the job market, problematizing how they update the activities carried out by black women during the period of slavery in Brazil.
Keywords: slavery; Brazilian social formation; black women; job market.
Downloads
References
ANTUNES, R. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2020.
BARBOSA, R. N. de C. A economia solidária como política pública: uma tendencia de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007.
CARNEIRO, S. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
CARRANÇA, Thais. Empreendedor negro ganha 32% menos e desigualdade desafia novo governo. BBC News Brasil, 2023. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64477594. Acesso em maio de 2024.
DAVIS, Â. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
CISNE, M., IANAEL, F. Vozes de resistência no Brasil colonial: o protagonismo de mulheres negras. Katálysis, Florianópolis, v.25, n. 2, p. 191-201, maio- ago. 2022. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/84661. Acesso em Jan de 2024.
CISNE, M.; SANTOS, S. M. de M. dos. Feminismo, diversidade sexual e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2018.
DALL FARRA, C. Na ponta do abismo. In: DUARTE, Mel. (Org.). Querem nos Calar: poemas para serem lidos em voz alta. São Paulo: Planeta do Brasil, 2019.
DIEESE. As dificuldades da população negra no mercado de trabalho. Especial 20 de novembro de 2023 – Dia da Consciência Negra, 2023. Disponível em: conscienciaNegra2023.pdf (dieese.org.br). Acesso em Dez de 2023.
DIEESE. A persistente desigualdade entre negros e não negros no mercado de trabalho. O Boletim Especial 20 de novembro Dia da Consciência Negra, 2022. Disponível em: boletimPopulacaoNegra2022.pdf (dieese.org.br) Acesso em Dez de 2023.
Faria, S. de C. Mulheres forras - riqueza e estigma social. Tempo, n. 9, Júlio, pp. 65-92, 2000.
FEIJÓ, J. A participação das mulheres negras no mercado de trabalho. Portal FGV, 2022. Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/participacao-mulheres-negras- mercado-trabalho. Acesso em Jun. de 2023
FERNANDES, F. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
GONZALEZ, L. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano: ensaios, intervenções e diálogos. RIOS, F.; LIMA, M. (Org). Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
GRECCO, F. S.. Uma crítica à Economia Solidária e Feminista: a extenuante divisão sexual do trabalho das mulheres catadoras de materiais recicláveis. Direita Volver... Fim de Ciclo na América Latina?, São Paulo, v. 20, n. 36, p. 38-50, 30 jun. 2015. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/ls/article/view/31846. Acesso em fev. de 2023
IANNI, O. Raças e classes sociais no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1987.
LEITE, M. de P.; SOUZA, S. M. de. Igualdade de gênero e raça no Brasil: uma discussão sobre a política pública de emprego. Revista de Ciências Sociais, vol. 53, núm. 1, 2010, pp. 195-231 Universidade do Estado do Rio de Janeiro
MARTINS, R.. Mais de 2,5 milhões de mulheres não trabalharam para cuidar de parentes ou das tarefas domésticas, diz IBGE. G1 Economia, 2023. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/12/06/ibge-sintese-de-indicadores-sociais-2023.ghtml Acesso em Maio de 2024.
MARTINS, T. C. S. O negro no contexto das novas estratégias do capital: desemprego, precarização e informalidade. Serviço Social e Sociedade, v. 111, set. São Paulo: Cortez, 2012.
MAZZEO, A. C. Estado e burguesia no Brasil: origens da autocracia burguesa. 2. ed. rer. ampl. São Paulo: Cortez, 1997.
MOURA, C. O negro: de bom escravo a mau cidadão? São Paulo: Dandara, 2021.
MOURA, C.Dialética radical do Brasil negro. São Paulo: Anita Garibaldi, 1994.
MOORE JUNIOR, B. As origens sociais da ditadura e da democracia: senhores e camponeses na construção do mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
NEVES, G. B. A. das. Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela: reflexões sobre as mulheres negras na economia solidária no RS. Coisas do Gênero: revista de estudos feministas em teologia e religião| são leopoldo | v.7 n. 2 | p. 26-35 | jul.- dez. 2021.
NEVES, D. Economia Solidária e Serviço Social no Brasil. São Paulo: Outras Expressões, 2013.
PINHONI, M. Consciência racial cresce, mostra Censo 2022, mas desigualdades persistem. G1 economia, 2023. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/2023/12/24/consciencia-racial-cresce-mostra-censo-2022-mas-desigualdades-persistem.ghtml Acesso em Maio de 2024.
RAIMUNDO, V. J. É preciso ter raça: as formas de organizações informais no cotidiano das Mulheres Negras da favela Bola de Ouro – Território de maioria negra. 2003. 113 f. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) – Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2003.
NETO, A. B. dos S. Capital e trabalho na formação econômica do Brasil. São Paulo: Instituto Lukács, 2015.
SARRES, C. Meninas negras são maioria em casos de trabalho doméstico infantil no Brasil. Agência Brasil, 16/06/2013. Disponível em: https://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-06-12/meninas-negras-sao- maioria-em-casos-de-trabalho-domestico-infantil-no-brasil Acesso em: Fev. de 2024.
SEBRAE. O perfil do empreendedorismo por raça/cor e gênero, no Brasil. SEBRAE, 2023 Disponível em: https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-perfil-do- empreendedorismo-por-racacor-e-genero-no- brasil,effabec394316810VgnVCM1000001b00320aRCRD. Acesso Dez de 2023.
SILVA, S. P.; CARNEIRO, L. M.. Os novos dados do mapeamento de economia solidária no Brasil: nota metodológica e análise das dimensões socioestruturais dos empreendimentos. Brasília: IPEA, 2016. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/relatoriopesquisa/161026_relatorio
_pesquisa_novos_dados_mapeamento_economia_solidaria_brasil.pdf Acesso em jan 2024.
SILVA, D. N.; KAPPES, S. A.. Economia solidária, informalidade e direitos trabalhistas. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7318 Acesso em Maio de 2024.
SINGER, P. Ensaios sobre economia solidária. São Paulo: Editora Almedina, 2018.
SOUSA, A. A. S. de. Lukács e o Serviço Social brasileiro. Curitiba: Prismas, 2016.
SOUSA, D. N. de. Economia Solidária – desemprego e precarização do trabalho. Parecer em atendimento à deliberação n.º 18 do eixo de Seguridade Social do Relatório Final do 40º Encontro Nacional CFESS/CRESS, 2013 (NOTA TÉCNICA).
SOUSA, D. N. de. Reestruturação capitalista e trabalho: notas críticas Acerca da economia solidária. Katálysis. Florianópolis v. 11 n. 1 p. 53-60 jan./jun. 2008. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/4759/4039. Acesso em fev de 2024.
THEODORO, M.. A formação do mercado de trabalho e a questão racial no Brasil. In: THEODORO, Mário (org.). As políticas públicas e as desigualdades raciais no Brasil 120 anos após a abolição. Brasília, DF: Ipea, p. 15-43,2008.
VILELA, P. R. Mulheres negras são 65% das trabalhadoras domésticas no país. Agência Brasil, 2022. Disponível em:https://www.google.com/amp/s/agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022- 04/mulheres-negras-sao-65-das-trabalhadoras-domesticas-no-pais%3famp. Acesso em Jun. de 2023
WELLEN, H. A. R. Contribuição à crítica da ‘economia solidária’. Katalysis. v. 11 n. 1 p. 105-115 jan./jun. 2008Disponível em: https://www.scielo.br/j/rk/a/XmKt4Mbf9hqJpwHGymqZdqp/?format=pdf&lang=pt Acesso em: Maio de 2024
YUNUS, M.; JOLIS, A. O banqueiro dos pobres. São Paulo: Ática, 2006.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Revista Trabalho Necessário

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material
- O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- Não Comercial — Você não pode usar o material para fins comerciais.
- Compartilha Igual — Se você remixar, transformar, ou criar a partir do material, tem de distribuir as suas contribuições sob a mesma licença que o original.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Avisos:
Você não tem de cumprir com os termos da licença relativamente a elementos do material que estejam no domínio público ou cuja utilização seja permitida por uma exceção ou limitação que seja aplicável.
Não são dadas quaisquer garantias. A licença pode não lhe dar todas as autorizações necessárias para o uso pretendido. Por exemplo, outros direitos, tais como direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais, podem limitar o uso do material.

