MARXISMO Y ENSEÑANZA DEL ARTE
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.23i52.67163Resumen
La temática de este artículo es fruto de los estudios del Observatorio que en los últimos años se ha dedicado a analizar sobre la enseñanza del Arte y las políticas de formación del profesorado de Arte. En particular, en este texto, primero discutimos la especificidad del arte desde la perspectiva del marxismo con referencia a Marx (2004), Fischer (1987), Vázquez (1978) y Lukács (2018) para superar la visión liberal e idealista del don tan recurrente en las concepciones del arte y su enseñanza. A continuación, nos centramos en la constitución de los contenidos escolares de las Artes Visuales para componer el currículo en la educación escolar a partir del concepto de "clásico" (Saviani y Duarte, 2016), especialmente debido a las políticas curriculares y de formación docente de carácter neoliberal, actualizadas por las pedagogías hegemónicas del "aprender a aprender" y el "relativismo cultural" (Duarte, 2010; 2021) agravan la condición de vaciar los contenidos escolares. Concluimos que el concepto de "clásico" nos ayuda a recuperar la objetividad del arte en la perspectiva histórico-dialéctica para constituir los contenidos escolares de las Artes Visuales.
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Referencias
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