A FORMAÇÃO DOS TRABALHADORES NO ESPAÇO DE TRABALHO
DOI :
https://doi.org/10.22409/tn.14i25.p9620Mots-clés :
Formação de subjetividades flexíveis, educação de trabalhadores na pós-modernidade, trabalho e educação na acumulação flexível.Résumé
Este artigo trata dos processos de formação amplamente pedagógicos, em duas dimensões – a técnica e a subjetiva, com base na categoria disciplinamento, retomado Gramsci quando afirma que a pedagogia vem da fábrica, e que toda relação hegemônica é uma relação pedagógica. Assim é que, no regime de acumulação flexível, o capital enfrenta, entre outros desafios, o de desenvolver novas subjetividades, flexíveis, que se submetam às novas formas de exploração do trabalho, agora predominantemente intelectualizado, para o que mobiliza novas formas de disciplinamento mediante processos ampla e especificamente pedagógicos, também denominados flexíveis. Com base nesses pressupostos, são apresentadas algumas das aprendizagens que os processos pedagógicos que integram as relações sociais e de trabalho, promovem. Essas aprendizagens derivam-se da negação da práxis como possibilidade de transformação, princípio que fundamenta as teorias pós-modernas: o pragmatismo utilitarista, o presentismo, a competitividade, a individualização, a fragmentação, a homogeneização das identidades, a redução do real ao virtual, a redução da ética à estética, a banalização da violência, a banalização do esforço, a passividade cognitiva e a naturalização da perda dos direitos trabalhistas.Téléchargements
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Publiée
2016-12-22
Numéro
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Artigos do Número Temático
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Comment citer
KUENZER, Acacia. A FORMAÇÃO DOS TRABALHADORES NO ESPAÇO DE TRABALHO. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 14, n. 25, 2016. DOI: 10.22409/tn.14i25.p9620. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/9620. Acesso em: 19 sept. 2026.

