LA RESPONSABILIDAD DE LA EMPRESA EN LA REALIZACIÓN DE LOS DERECHOS HUMANOS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22409/z9hm6g86

Palabras clave:

Direitos Humanos, Direito ao Desenvolvimento, globalização, empresas, princípios Ruggie

Resumen

Ante el escenario actual de globalización, y la consolidación de las empresas transnacionales como protagonistas de este proceso, la implementación de los Derechos Humanos cobra una nueva perspectiva, extendiéndose, más allá de los Estados, también a las empresas. Con el objetivo central de problematizar el tema de los Derechos Humanos y las empresas, el foco estuvo en la implementación del Derecho al Desarrollo en el orden mundial contemporáneo, caracterizado por la globalización financiera y productiva. Metodológicamente se utilizó investigación bibliográfica-documental, con análisis de la doctrina jurídica, los conjuntos de derechos analizados e informes técnicos de la Organización de Naciones Unidas (ONU). El estudio buscó contribuir a la literatura (i) explorando el escenario global que engendra esta discusión, (ii) identificando sus consecuencias prácticas y, (iii) explorando los mecanismos y dispositivos elaborados en respuesta a este escenario, en el ámbito del derecho internacional y del derecho brasileño. En línea con la literatura, se concluye que las empresas carecen de reconocimiento como sujetos de derechos y deberes en el ámbito del derecho internacional. En consecuencia, se debilita la responsabilidad y el compromiso de estos agentes en la consecución de los Derechos Humanos, recayendo en los Estados la responsabilidad de monitorear y orientar a las empresas con miras a una mayor protección de tales derechos fundamentales.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • David Felice, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Doutorando em Engenharia Elétrica, com temática na área de Regulação Jurídica de Energia, na Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (FEEC/UNICAMP). Membro e pesquisador no projeto de P&D ANEEL Microgrids for Efficient, Reliable and Greener Energy - MERGE (FEEC/UNICAMP, CPFL Energia). Graduando em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS). Obteve os títulos de Engenheiro Eletricista (2015) e Mestre em Engenharia Elétrica (ênfase em Engenharia da Computação) com temática na área de Inteligência Artificial e Telecomunicações (2019) pela Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da Universidade Estadual de Campinas (FEEC/UNICAMP).

  • Bruno Truzzi, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Doutorando em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente, é  pesquisador voluntário no Núcleo de Economia Social, Urbana e Regional (NESUR) do Instituto de Economia (IE) da Unicamp. Membro da Liga Acadêmica de Estudos sobre a Criminalidade (LAEC) da Universidade Federal de Viçosa (IPPDS/UFV).

  • Camila Santana, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Mestranda em Educação na Faculdade de Educação da Unicamp. Membro e pesquisadora do Laboratório de Políticas Públicas de Planejamento Educacional (LAPPLANE/UNICAMP).

  • Carla Chiamareli, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Mestranda em Educação, Faculdade de Educação da Unicamp. Membro e pesquisadora do Laboratório de Políticas Públicas de Planejamento Educacional (LAPPLANE/UNICAMP).

  • Juliana Salvadeo, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Bacharel em Gestão de Políticas Públicas na Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp. Colaboradora da administração de projetos de pesquisa da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp.

Referencias

ALFARARGI, S. A/HRC/39/51/70/1. S. Alfarargi’s report on promotion and protection of all human rights, civil, political, economic, social and cultural rights, including the right to development. [s.l.] United Nations, 2018. Disponível em: <https://undocs.org/en/A/HRC/39/51>. Acesso em: 1 jul. 2020.

ASQUINI, A. Profili dell’impresa. Revista Del Diritto Commerciale, v. 41, I. In: COMPARATO, F. K. Textos clássicos. Revista de Direito Mercantil, Econômico e Financeiro nº 104, ano XXXV. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. 109-126, 1996.

BACKER, L. C. Multinational corporations, transnational law: the United Nations’ norms on the responsibilities of transnational corporations as a harbinger of corporate social responsibility in international law. Colum. Hum. Rts. L. Rev., v. 37, p. 287, 2005.

BERCOVICI, G. O ainda indispensável direito econômico. In: BENEVIDES, M. V. M.; BERCOVICI, G.; MELO, C. (orgs.), Direitos humanos, democracia e república: homenagem a Fábio Konder Comparato. São Paulo: Quartier Latin, p. 503-519, 2009.

CAMPOS, T. C. Empresas transnacionais e direitos humanos: as empresas farmacêuticas como objeto de estudo. Belo Horizonte/MG: Fórum, 2012.

CARVALHO-FILHO, J. S. Manual de direito administrativo. São Paulo/SP: Editora Atlas, 33. ed., 2019.

CHESNAIS, F. O capital portador de juros: acumulação, internacionalização, efeitos econômicos e políticos. In: CHESNAIS, F. (org.). A finança mundializada. São Paulo/SP: Boitempo Editorial, p. 35-67, 2005.

COELHO, F. U. Manual de direito comercial: direito de empresa. São Paulo/SP: Saraiva, 23. ed., p. 23-26, 2011.

COMPARATO, F. K. O indispensável direito econômico. São Paulo/SP: Revista dos Tribunais, vol. 353, n. 14, p. 14-26, 1965.

CONECTAS. Empresas e direitos humanos: parâmetros da ONU para proteger, respeitar e reparar. Relatório final de John Ruggie - Representante especial do Secretário-geral. 2012. Disponível em: <https://www.socioambiental.org/sites/blog.socioambiental.org/files/nsa/arquivos/conectas_principiosorientadoresruggie_mar20121.pdf>. Acesso em: 3 jul. 2020.

CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO. Programa de integridade: diretrizes para empresas privadas. 2015. Disponível em: <https://www.gov.br/cgu/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/integridade/arquivos/programa-de-integridade-diretrizes-para-empresas-privadas.pdf>. Acesso em: 3 jul. 2020.

CUNHA, R. S. T. Introdução ao Estudo do Direito. Campinas/SP: Editora Alínea, 2. ed., p. 187-205, 2017.

FACHIN, M. G.; RIBAS, A. C.; PUCHTA, A. H. R.; NOWAK, B.; LIMA, D. D.; KSZAN, G. S.; BOLZANI, G. F.; FRANCISCO, G. O. S.; CAVASSIN, L. C.. Ponto cego do direito internacional dos direitos humanos: uma superação do paradigma estatocrêntrico e a responsabilidade internacional de empresas violadoras de direitos humanos. Homa Pública-Revista Internacional de Direitos Humanos e Empresas, vol. 1, n. 1, 2016.

FINLEY, M. The use and abuse of history. Vintage, 1986.

FREY, K. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Brasil: Planejamento e Políticas Públicas (PPP), n. 21, p. 216-230, 2000.

LAW, D. S. Globalization and the future of constitutional rights’. Northwestern University Law Review, vol. 102, pp. 1277, 2008.

MOREIRA, A. C. T. As transnacionais e a ampliação dos sujeitos de direito internacional. Homa Pública-Revista Internacional de Direitos Humanos e Empresas, vol. 4, n. 1, 2020.

MOORE, K.; LEWIS, D. C. The origins of globalization. Routledge, 2009.

ONU BRASIL. Conselho de Direitos Humanos aprova princípios orientadores para empresas. 2011. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/conselho-de-direitos-humanos-aprova-principios-orientadores-para-empresas/>. Acesso em: 3 jul. 2020.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração sobre o direito ao desenvolvimento. Assembléia Geral das Nações Unidas, de 4 de dezembro de 1986. On-line. Disponível em: <http://pfdc.pgr.mpf.mp.br/atuacao-e-conteudos-de-apoio/legislacao/direitos-humanos/decl_direito_ao_desenvolvimento.pdf>. Acesso em: 19 mai.2020.

REZENDE, F. C. Por que falham as reformas administrativas? Rio de Janeiro/RJ: FGV, 2004.

SEGUNDO, A. H. C.; DANTAS, C. A. S. Conflitos entre interesses da administração pública e setor empresarial: Regulação de mercado e ponderação de princípios constitucionais sob a perspectiva da política econômica. Juiz de Fora/MG: Homa Pública-Revista Internacional de Direitos Humanos e Empresas, vol. 3, n. 2, 2019.

SILVA, R. M.; MOREIRA, F. O. G. Compliance para proteção dos direitos humanos em empresas. Homa Pública-Revista Internacional de Direitos Humanos e Empresas, vol. 4, n. 1, 2020.

SIMIONI, R. L. Interpretação jurídica e percepção seletiva: a dimensão organizacional da produção de sentido no direito. Passo Fundo/RS: Revista Brasileira de Direito, vol. 11, n. 1, p. 135-147, 2015.

STIGLITZ, J. E. The multinational corporation. In: Making globalization work. New York/London: W. W. Norton & Company, pp. 187-210, 2006.

TAVARES, A. R. Facções privadas e política econômica não democrática da ditadura brasileira. Revista Brasileira de Estudos Constitucionais (RBEC), v. 32, p. 1047-1066, 2015.

_______________. As duas cartas: da terra ao bosque (entre patrimonialismo e coletivismo). Revista Brasileira de Estudos Constitucionais (RBEC), v. 33, p. 479-497, 2015.

TEIXEIRA, B. B. Direitos humanos e empresas: a responsabilidade por exploração de trabalhadores em condições análogas à de escravo nas cadeias produtivas da indústria têxtil. 2018. Dissertação de Mestrado.

Publicado

2025-04-02