INDÚSTRIA FITNESS E A NOVA MORFOLOGIA DO TRABALHO NA EDUCAÇÃO FÍSICA
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.24i54.69009Resumo
Este artigo analisa as condições de trabalho de professores e professoras de Educação Física inseridos na Indústria Fitness em Pelotas/RS, tomando como referência a experiência empírica em duas unidades da rede SkyFit. A pesquisa, de caráter qualitativo e descritivo, utilizou entrevistas semiestruturadas com cinco profissionais. A análise de conteúdo revelou a (auto)intensificação do trabalho como categoria central, marcada por jornadas longas, acúmulo de funções, plataformização e fragilidade contratual. Conclui-se que a lógica do empreendedorismo reforça a precarização estrutural do setor, exigindo resistência coletiva e crítica às formas contemporâneas de exploração.
Palavras-chave: Fitness; Educação Física; Precarização do Trabalho; Plataformização; Auto empreendedorismo.
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