TRABALHO, EDUCAÇÃO E REGULAÇÃO JURÍDICA: FORMAS CONTRADITÓRIAS DE SUBSUNÇÃO DO TRABALHO "INFORMAL" AO CAPITAL

Autores/as

  • Ricardo Cavalcante Morais Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.22409/tn.17i32.p28312

Resumen

Das relações trabalho-capital decorrem contradições que se manifestam na
questão social, da qual deriva a “informalidade” que, a princípio, se manifesta
predominantemente em situações improdutivas ao capital. Contudo, na medida em
que a reestruturação produtiva do capital se converte em um padrão flexível de
acumulação ela passa a integrar também o trabalho produtivo ao capital, o que
repercute em uma “nova informalidade” da qual decorre a generalização do trabalho
“informal” como forma social dominante de trabalho. No Brasil essas faces da
“informalidade” são observadas de um lado, nas atividades da economia popular e de
outro, nos processos de terceirização, “pejotização” e “uberização” do trabalho,
assegurados pela reforma trabalhista de 2017 e outros diplomas legais.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Publicado

2019-03-28

Cómo citar

MORAIS, Ricardo Cavalcante. TRABALHO, EDUCAÇÃO E REGULAÇÃO JURÍDICA: FORMAS CONTRADITÓRIAS DE SUBSUNÇÃO DO TRABALHO "INFORMAL" AO CAPITAL. Revista Trabalho Necessário, [S. l.], v. 17, n. 32, p. 261–266, 2019. DOI: 10.22409/tn.17i32.p28312. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/28312. Acesso em: 1 apr. 2026.