“QUIET QUITTING” Y LA PRAXIS SILENCIADA DE LAS NUEVAS GENERACIONES
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.v21i46.58493Resumen
En el fin de la pandemia de Covid-19, surge un nuevo fenómeno: “Quiet Quitting”. Este artículo analiza la "salida silenciosa" como posible resistencia al extrañamiento, las libertades negativas, el autoemprendimiento y las desigualdades, contrastándola con las prácticas históricas de los movimientos huelguistas. Conjeturamos que el Quiet Quitting, como acción neutralizada en el individuo, encaja en el realismo capitalista. Por lo tanto, sostenemos que el anticapitalismo y el sufrimiento proletario detrás de esos actos se sublimarían mejor mediante la camaradería y la práctica revolucionaria.
Palabras clave: Quiet Quitting; Capitalismo; Camadería; Trabajo; Huelga.
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