Imagens do Brasil em latência e suspensão no filme Os Jovens Baumann

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Ana Maria Acker

Resumo

A proposta investiga o filme Os Jovens Baumann (2018), de Bruna Carvalho Almeida, por meio da relação entre found footage, memória (Huyssen, 2014) e aparatos antigos de captação de imagens. Partimos do pressuposto que tais elementos narrativos e estéticos deslocam a obra, que se passa em 1992, para uma discussão política acerca do Brasil contemporâneo, a percepção de um país em latência (Gumbrecht, 2014) cujas cicatrizes do passado emergem em espectros difusos, envoltos em glitches de VHS.

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Biografia do Autor

Ana Maria Acker, Universidade Luterana do Brasil - ULBRA

Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (Conceito CAPES 5) e mestre pela mesma instituição. Professora dos cursos de Jornalismo e Gestão Pública (EAD) da Universidade Luterana do Brasil - ULBRA. É bacharel em Comunicação Social - Jornalismo e especialista em Cinema pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. Na ULBRA, participa do projeto de extensão Cine Diversidade, onde realiza oficinas e exibições de filmes brasileiros e debates sobre Direitos Humanos e diversidade em escolas de ensino fundamental de Canoas, RS. Como jornalista, atuou em rádio, assessoria de comunicação, web e televisão. Possui interesse nas seguintes áreas: gêneros cinematográficos (sobretudo horror), cinema brasileiro, cinema e educação, comunicação e esporte, experiência estética, tecnologia, jornalismo esportivo e digital.

Como Citar

Imagens do Brasil em latência e suspensão no filme Os Jovens Baumann. A Barca, [S. l.], v. 1, n. 2, 2024. DOI: 10.22409/abarca.v1i2.58330. Disponível em: https://periodicos.uff.br/abarca/article/view/58330. Acesso em: 11 jan. 2026.