A PEDAGOGIA DA JUVENTUDE: UMA REFLEXÃO SOBRE A DIALÉTICA DA PRÁXIS DO MOVIMENTO DE JUVENTUDE
DOI:
https://doi.org/10.22409/tn.v22i49.65058Resumen
Esta tesis tiene como objetivo analizar la forma y el contenido de los movimientos políticos juveniles, con el fin de comprender los procesos educativos que se fraguan a partir de las luchas sociales libradas, principalmente la resistencia al neoliberalismo en Brasil. La investigación se desarrolló a partir del estudio de cuatro organizaciones juveniles nacionales, a saber: União da Juventude Comunista (UJC), União da Juventude Socialista (UJS), Levante Popular da Juventude (LPJ) y Juntos. El trabajo realizado busca comprender el papel que asumen los movimientos juveniles en su construcción histórica, el lugar que ocupan en la teoría de la organización política, sus características organizativas, sus aspectos generacionales, sociales, políticos, económicos, culturales y educativos. La metodología de investigación consistió en la perspectiva teórica del Materialismo Histórico Dialéctico (KOSIK, 2011; CHEPTULIN, 1982), en el campo de la investigación cualitativa en educación. Los caminos de esta investigación fueron el análisis de contenido (BARDIN, 1997) y la técnica de triangulación de datos (TUZZO y BRAGA, 2016), a partir del análisis de documentos, entrevistas semiestructuradas y el marco teórico. Los autores clave de este estudio fueron: Ademar Bogo, Vladimir Lenin, Rosa Luxemburgo, Leon Trotsky, Maria da Gloria Gohn, Mário Margulis y Dermeval Saviani. Se concluyó que los movimientos juveniles representan un importante potencial renovador, como sujetos políticos y pedagógicos, preservando una trayectoria política, un cúmulo histórico de la teoría de la organización política presente en América Latina. Aún así, fue posible analizar que es en este movimiento de construcción de sus tácticas y estrategias que las organizaciones juveniles producen su pedagogía de las luchas sociales. Considerando la pedagogía de la juventud como un proceso amplio de formación humana, que se construye en movimiento, conectado a su tiempo histórico, la coyuntura y la expresión de su correlación de fuerzas.
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Referencias
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